Contribua para a Campanha do Agasalho 2009

Campanha do Agasalho 2009

Saturday, December 09, 2017


Revejo-me, revivo e falo dela. Sim! Da minha infância…!



Não sei, mas nunca me despeguei da minha infância.

Revejo-me, revivo e falo constantemente dela.



Sei que nunca brinquei, como uma criança. Com os seus imensos jogos, as suas brincadeiras, as suas travessuras e as suas ilusões ternas e doces. Sempre fui demasiado sério, demasiado adulto, demasiado tímido. As crianças não! Não “são” isto que eu fui. Podem ser introvertidas, justas, sérias, também cruéis, mas brincam jogos infinitos. De infância.

                                  António Pena Gil

É Domingo!







É Domingo. Um dia pertencente à família. É um dia diferente dos outros dias da semana. Muitos, aproveitam para “falar” com Ele.



Contam-Lhe os seus problemas quotidianos mais sensíveis das suas vidas. Outros celebram este majestoso dia permanecendo em casa entregues ao descanso pessoal na Sua imensa paz e harmonia.



Convivem com os “seus” imbuídos na necessária e na sua pacatez de bem-estar. Da sua harmonia.



O meu periclitante pensamento e sentimento “voam” para outras paragens. Outros lugares distantes, mas repletos de “vida”. Gosto de criar “coisas” assim em mim.



“Coisas” inabordáveis, mas que coabitam com o meu Ser.



Penso também na família. Nos seus problemas. Na sua ânsia de existir. Na sua postura que poderá ser melhor, abarcando o Planeta imenso. Nas afetos “cheios” de sonhos por concretizar, mas que insistem em pensar  neles.



Cristo fez o que fez. A família crê Nele fervorosa e divinalmente. Crê nas pessoas frágeis e apelativas À sua grandeza inesquecível.



De postura terna e grandiosa.



E, pronto.



É um dia crente na Sua imensa Bondade entregue a todos nós.



Ciente das nossas posturas boas ou más, Ele está presente em nós e na nossa existência confusa e sem saber o que fazer mais?



Outras pessoas terão outra visão deste dia. Dos seus pensamentos concebidos em relação a este dia.



Aceito e concordo. Podem estar certos.



Desejo-vos um feliz e alegre Domingo.



Muita felicidade para os meus amigos maravilhosos que vocês são.



Sejam felizes, sim, preciosos amigos?







António Pena Gil



Sejam Felizes, sim, amigos preciosos?

“Roubaram-me” O Meu Pensamento de Há muito!

O Meu Precioso Pensamento Vagabundo.



“Levaram-me” com eles o meu pensamento. A sua delicia de ser. Dissiparam-me as ideias. “Fugiram-me” com as emoções. Nada mais me resta.

Os gestos. As atitudes já não “moram” comigo e com a pureza de mim.

Porque existem pessoas assim? Deixaram-me somente entregue a mim próprio. Ao vácuo e ao vazio que sinto.

Nunca fui uma pessoa credível. Aceite. Tudo fizeram ao meu eu para me “despedirem” de como Ajo. De como sou. De como sou e existo.

Mesmo, as pessoas por que sentia algo de precioso abandonaram-me com subtileza e magia esmiuçada de desalento e de amizade repletas de hipocrisia e de forma desmedida imparável de malvadez.

Sofro. O que vai em mim foi com a brisa do tempo imparável que sopra com força presente e sem alternativas de encanto e carinho inexistentes agora. Fiquei desprovido de tudo. De quem era amigo fiel e sem contratempos ou desvarios insensatos e muito sóbrios. Da minha humilde forma como “abraço” a vida.

Não estou nesta Planeta ao acaso. A dor é intensa e plena. Os meus sentimentos de delírios são inconsequentes e continuam a viver. A “coabitar” em mim. Com sofrimento. Com enfermidade. Com a ternura que me “dispara” a sensatez. A lucidez apurada como vivia de “anestesias” intemporais e nada precisas.

Os momentos e instantes que o “vento” que sopra com intensidade e verdade que nunca esquecerei. Conduzir-me-à rumo a uma perceção capaz e a uma sensibilidade de esquecimento e desvario meus. Tenho - me comprometido com a existência que tento encetar para cumprir. Sem desfaçatez ou desequilíbrios que surgem.

Não! Não perdi a razão do mundo.

Apenas, comporta sofrimento. Falta de identidade. Um desconhecido de mim. Não vejo ou auguro uma cura ou doença desconhecida ou inexistente. Com ou sem “anestesias” do mundo.

Apenas sei. Sei que o “sufoco” em que existo irá dissipar-se em breve. Sei que nunca será como antes, mas não fui eu o culpado. Foi o existir de franqueza e verdade. A “guerrilha” de persistência minha. Só minha.

“Roubaram-me” o Pensamento há muito!

O meu precioso pensamento vagabundo.

Até breve.



António Pena Gil

Friday, December 08, 2017

Maravilhosos Amigos:
Numa data do calendário importante e terna como é o Natal passam-se coisas incríveis de acontecerem.
A Windows de Vila Real fornece a pass-word a quem a quiser do meu e-mail. Tenho provas irrefutáveis que são vergonhosas.
O meu telemóvel, não sei como, alteram e descobrem nele a minha pass-word usando-o ilicitamente não sei como, gastando o meu dinheiro indevidamente. “Assaltam” assim o meu e-mail e sabem-no.
O e-mail da minha cara-metade também é usado para tomarem conhecimento da minha pass-word do meu e-mail que devia ser privado e só eu o próprio a sabê-lo.
No mundo que corre fico pasmado. Indignado. Revoltado.
Chego a mudar a minha pass-word três ou quatro vezes por dia.
Estou furioso. Enervado. Revoltado.
Onde mora a segurança do que dizemos que devíamos ser só nós a sabê-la?
Apetece-me dizer que tenham vergonha na cara e prestigiem a vossa profissão. A vossa Cidadania e civismo de que se deviam envergonhar.
Nâo há Cidadania nos vossos actos ou atitudes.
Será que posso descansar? Quando? Como?
Assim, não. Nunca terei privacidade e respeito se os criadores da INTERNET não tomarem uma posição drástica e uma punição exemplar desses senhores que dizem ser senhores?
Acreditando que podemos ser os construtores justos, responsáveis e sérios nas atitudes e gestos de angústia e desencanto, apelo que transmitam aos Tribunais competentes o que se passa.
Isto não pode continuar assim?
Com respeito elevado e estima forte a todos vós.
Gosto muito de vós. Só que, às vezes, nem posso dizer, franca e repleto de sinceridade e seriedade.Exijo uma indemnização.

Triste.


António Pena Gil 

Thursday, December 07, 2017


Porque gosto Tanto do Natal!



Não sei explicar muito bem porque adoro a época festiva do Natal.



Não sei. Parece que paira no “ar” algo invulgar. Algo que não acontece nas outras Efemérides. Nos outros dias. As pessoas são doces. Ternas. Invulgares de simpatia e amabilidade umas com as outras. Abrem ao mundo o seu esbelto sorriso maravilhoso nas ruas e vielas.

Em todos os lugares do Mundo Cristão.

É a “festa da família”. A Festa da ternura.

A festa do amor para com todas as pessoas. “Viram-se” para as outras pessoas sofredoras e transmitem-lhes encanto e atenção.

Dão presentes. Dão lhes importância. Dão-lhes amor. Isto não sucede nos outros dias do calendário. Mostram-se agradáveis. Puras e sensíveis.



São incríveis de bondade. De uma postura formidável e maravilhosa.

De uma conduta amiga e fraternal. De que o Planeta ambiciona e deseja.

E, os outros dias? Creio, convicto que não passam de dias comuns em que nada se faz pelos mais carentes. Doentes. Desprotegidos.

Gosto imenso do Natal.

Nenhuma outra quadra festiva me suscita maior encanto, carinho e pureza.

Sejam felizes, com a aproximação do Natal, notáveis e majestosos amigos, sim?

Dêem um pouco mais do que é usual em vós.

De  consolidação a gente mais desencantada e infeliz existenciais.  Duma vida triste e comovente de como existem.  

Essa gente apelida-se de benfeitores.

São pessoas também que tudo merecem.

Aproxima-se o Natal.

Gosto Tanto do Natal!





Natal. Dia 07.12.2017



António Pena Gil

Um Santo Natal, preciosos amigos, sim?

Gosto muito de vós.

Recordações De Infância: A Tareia Justa Que Dei No Polícia, Apesar Da Minha Pequenez!


Vínhamos em grupo. Contentes! Felizes! Talvez, demasiado eufóricos! Tudo aconteceu junto do jardim Diogo Cão, instalado perto da Escola Técnica, agora, Escola Secundária de S. Pedro, na minha cidade de Vila Real.

Cantávamos em coro, emanando e brotando um contentamento incontido, contagiante, próprios da idade. Perante a estátua do ilustre navegador português, Diogo Cão, um dos orgulhos desta cidade.

Vislumbramos, ao longe, um agente da autoridade.

O Pires, o Nóbrega, o Carvalhinho de Matos Torres, entre outros e, que eram muitos, começaram a provocá-lo.
Levantaram as vozes em sintonia, acriançadas, gritando na sua direcção: Solipa! Solipa! Solipa!

Não me agradou aquele tratamento desajustado para com o polícia e destaquei-me do grupo, caminhando mais à frente, silencioso.
E, riam-se.

Como me destaquei do grupo, eu que não emitira um único som durante todo o tempo, fui interpretado, pela distância pouco preceptiva a que ele nos observava, como regendo aquela orquestra.

Eu que estivera calado, sumido em mim próprio, sempre. Completamente inocente! Tremia, por se pensar que eu regia aquele coro, conotado com a indelicadeza do acto, daquele chamamento indecoroso e provocador ao agente da autoridade.

Entretanto, o polícia dirigia-se para nós, carrancudo e lentamente, parecendo controlar os seus passos, milimetricamente. Eu, havia avançado um pouco e o grupo também.

De súbito, junto da repartição onde o meu pai trabalhava, senti que me agarravam. Tratava-se de um agente policial à paisana.
Senti-me, frente a frente, com a lei e a autoridade, mas inocente, verdadeiramente inocente.

O Polícia na urgência de apurar o meu comportamento para fazer justiça.

Senti medo e revolta!
Sentia no meu íntimo indignação e, também sentia, que a fuga dos meus colegas, levara com eles a amizade que me unia a eles.
Não consegui controlar-me.
Atemorizado que estava com o avanço do polícia e o que ele me podia fazer, tentei libertar-me do agente à paisana. Aos gritos: - “Largue-me! Largue-me! Não fui eu!”- Reagi com impetuosidade e consegui soltar-me.

Peguei no guarda-chuva que possuía e atingiu-o com ele várias vezes, ao mesmo tempo que invocava a minha inocência.
Isto fê-lo largar-me.

Corri, então, para o meu pai que se encontrava na repartição.

Ficou perplexo, incrédulo e, perante a minha eloquência justificativa, todos acreditaram em mim. Todos os colegas do meu pai me apoiaram.
Os polícias pediram desculpa e eu fui para casa, onde mais tarde, o meu pai conversou civilizadamente comigo e aceitou a minha atitude como justificada.

Pelo canto do olho pude observar que emitia um sorriso de elogio, pela minha determinação. Senti um imenso calor protector naquele acto e na minha pequenez, motivados pela tenra idade e pela insegurança daí resultante.

Ele estava ao meu lado, como sempre estivera. Podia contar com ele, constatei com orgulho e satisfação!

Durante os dois meses que se seguiram não perdoei aos meus amigos o que eles me haviam feito. Depois, tudo foi reposto: a amizade e o companheirismo, por entre desculpas e abraços.

Contudo, permaneceu sempre presente em mim, este instante que vivi e que não esqueci, pela minha presença de espírito em repor a verdade e o saber perdoar, apesar de magoado e sofrido, pelas circunstâncias acontecidas comigo, injustamente.
Por outro lado, ficou em mim o respeito pelas forças da autoridade e um certo temor em relação a elas! Talvez seja um complexo, uma lembrança, um recalcamento.
No entanto, hoje, não posso deixar de esboçar um pequeno sorriso pela tareia que dei ao polícia, por falar verdade e ele não acreditar nem colaborar com ela.

A pureza e a verdade de uma criança devem sempre ser tidas em conta!



Pena



António Pena Gil Fevereiro de 2010. Recordação de Infância.


MUITO OBRIGADO pela vossa constante simpatia e amabilidade.
Espero que gostem.
No maior respeito e consideração pelo vosso valor precioso e imenso.
Bem-Haja, agradecido do tamanho do mundo.
Um por Um, Nunca os esquecerei.
OBRIGADO!

Posted by Pena at 7:35 AM https://resources.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif

Wednesday, December 06, 2017


A Magia Que o Futebol Suscita!



A Seleção de “todos nós”, encanta e delícia. Trocam a bola com suavidade. Talento.

Parecem mágicos. Os “dribles maravilham. O toque é de sonho. São mágicos “vestidos” de encanto grandioso e perfeito. Nenhuma equipa é tão boa como a “nossa”, tenho a certeza absoluta. Há muito que jogamos em todo o lado de forma superior e majestosa de notabilidade e verdade lindas. De fascínio. De enternecer. Tal o imenso talento dos seus jogados de sonho.

Outrora, não havia os contratos multimilionários para os melhores “tratadores” da bola.

Na minha geração éramos amigos. Descortinavam-se talentos que todos respeitavam e aprovavam.

Nunca houve “pancadaria barata” ou violência nos seus estádios. Vi muito tempo futebol com o meu filho. Sem medo. Sem agressões. Sem desrespeito por alguém.

Também joguei à bola. Sim! Jogava bem.

Uma vez marquei um golo do meio-campo, que a minha própria equipa censurou, tal o meu despropósito constatado. Desgostou imenso. Ninguém faz isso.

 Eram meus companheiros de equipa, mas não gostaram. Disseram-me, a uma só vóz: - Do meio campo que tristeza para os adversários. Ninguém faz isso.

Apenas, sorri par o meu interior só meu e sorri de aprovação.

Jogava com prazer e o melhor que sabia e os adversários baterem palmas ao meu estar de exímio jeito de jogar, mas a “fúria” dos meus companheiros de equipa não gostaram. O golo era a nosso favor. Mas, “os meus” não gostaram.

Não se marcam assim os golos. Ninguém marca golos do meio-campo. Ninguém. Vai-te embora.

E, acrescentaram: - Que desgosto. Nunca mais faças isso. É um “ultraje” para com os adversários.

Achei piada. Achei engraçado porque me abraçaram de satisfação e deleite. Sim! Apenas, não acharam bem.

Um Professor nosso, avançado na época e altura disse com genial dizer: Quando se joga não devemos dizer: Jogar CONTRA, mas, COM.

Nunca mais o esqueci. Sim! E, à sua mestria boa e notável para a altura.

Hoje, a nossa Selecção considero-a mágica.

Os passes. Os “dribles”. A troca de bola. É pura magia extraordinária. Suscita delícia. Suscita maravilha. Comporta grandiosa apetência para a modalidade de tantos “fãs” distribuídos, e apreciadores seus pelo Mundo fora.

E, isso, faz-me feliz e emerso de simpatia e beleza dos seus jogadores ímpares no planeta.

A corrupção. A violência das “claques” estraga o que de mais belo e puro existe no Desporto-Rei.

Na minha altura o Desporto era encarado com ternura e apaziguava respeito e “abraçava” as equipas e jogadores com amizade e um convívio salutar que não existe nos dias de hoje.

Quase se “matam” uns aos outros. “Digladiam-se” ferozmente para quê? “Compram-se árbitros e, por vezes, o resultado é combinado antes.

É, por isso, que só vejo a magia e os seus mágicos da nossa amada Selecção.

Aí é tudo perfeito e vive de companheirismo e dignidade entre todos.

Por hoje, fico aqui. Não sei?

Está bem?

Com saudades de outrora e desejando mais civismo e Cidadania entre todos os praticantes do futebol deixo um apelo: Sejam cidadãos da verdade.

Sejam protagonistas da autenticidade.

Da magia e respeito entre todos os intervenientes neste espectáculo maravilhoso e de pureza sublime e extraordinária que move multidões e pessoas singulares de excelência e de deslumbre.

Podem ser espectáculos de sonho se cumprirem correcta e dignamente normas e procedimentos que merecemos todos nós: Jogadores e assistência aos jogos.

Merecem segurança total e absoluta. Tanto uns como outros.

Acredito que assim, nos sentiremos todos melhores e com o dever cumprido.

Façamos do futebol um convívio do bem entre todos.

De Cidadania maravilhosa e mágica.

Creio que serão exemplos que daremos a gerações futuras.



António Pena Gil

Obrigado.

Sejam felizes, sim, extraordinários amigos?

Gosto imenso de vós.

Tuesday, December 05, 2017


Contagem Decrescente



Tal como vos expressei há tempos não distantes de agora tenho um livro, ainda na “forja” que hoje lhe irei “pegar.”

Trata-se de um Romance Histórico-Policial empolgante, com situações difíceis e misteriosas na NASA, em que tudo pode surgir e acontecer.

Este lugar situa-se num “hangar” de luxo em que nada falta. É grandioso e situa-se na base do deserto do Nevada.

Este fascinante subterrâneo possui tudo o que uma cidade repleta de mistérios, contratempos e adversidades de sublime visão, o preenchem de magia. De sublime “confeção”.

E, muito apurado para desenlaces pertinentes.

Possui avenidas de sonho. Automóveis que a percorrem todos os dias, Catedrais majestosas, escolas, farmácias, uma Universidade, cafés, restaurantes, lojas comerciais, pontos de encontro entre as pessoas, piscinas, um estádio desportivo, casas esplendorosas com segurança através de portas blindadas, jardins repletos de beleza, seguranças atentos a tudo e, ainda, situado na camada profunda da terra, um comboio movido a energia atómica que celeramente vai entre as diversas bases que percorre num ápice.

Executa a distância em escasso tempo, que o faz “voar” nos imensos carris preparados para o efeito que o tornam veloz, útil, imprescindível e seguro.

São 318 página já escritas que vou corrigir manualmente.

Uma base de autêntico fascínio para experiências interplanetárias, através de telescópios potentes e preparados para enviarem sondas, “robots” “telecomandados”, naves preparadas para tudo, tirando fotos do que vão vendo e apurando, mesmo sendo de longo alcance, com uma vigilância permanente e constante de poder de observação do Firmamento maravilhoso.

Nos “hangares” que circundam esta base da USA, existe desconhecimento dos outros subterrâneos sem perceção, mas temerosos, pelo que contam os poucos exploradores que se aventuraram a lá ir.

A Maçonaria e os Templários fazem parte deste livro também, entrechocando-se entre si, umas vezes, sendo amigos e leais outras vezes.

Capítulo Um:

Quando Allen percebeu o perigo que corríamos, em face da pesquisa às suas “coisas”, sentiu um punhal enterrando-se nas suas costas que o fez cair desamparado de encontro ao chão duro e falecendo de imediato.

O sangue corria agora por todo aquela sala, “encharcando” este local.

Vou, então corrigi-lo.

Obrigado pela vossa atenção e opinião valiosas para o vosso íntimo mais escondido de vós.

E, fazem bem.

Tenho, muito a corrigir.

Esteve na gaveta da minha mesinha de cabeceira um ano.

A ver vamos.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Às vezes “Visto” Pessoas!



Quando o faço é com cuidado. Com um sentimento muito doce. Com esmero. Com dedicação. Com um sentir bom. Forte. A que não estou habituado. Por ser muito belo e puro. Afago todos num gesto de excelência que são. Aprendo a “existir”. Orientam-me os meus passos que caminham convictos e felizes. Seguros do que encetam fazer.

Sim! Gosto de descortinar o que vai nelas. Descortiná-las-ia de encontro ao meu peito num abraço respeitador e perfeito. Porque são perfeitas. Exímias. Que transfiro com ternura e encanto o que encetam com maravilha e deleite para mim.

Possuem tudo o que as faz enaltecer e venerar exaustiva e plenamente em si.

Arrebatam. São preciosidades que “respiram” franqueza. Que possuem ternura e carinho. Vêem mais que eu. Sentem mais que eu.

Como são belas e puras que as “enche” total e absolutamente. Meigamente. Que descubro num pensamento adorável e de excelência.

De sublime estar. Essas, estão de bem com o mundo. Estão de bem com Deus que se Apercebe Nele.

Acarretam em si tanta beleza que só necessitam de viver num simples “abraço” afectuoso. Mágico. Sublime.

Amam existir quando me tomam com cumplicidade. Com imensa pureza.

Quando a minha Alma se agita num “grito” de bem-estar. Sossego. Harmonia.

Sim! Dialogam. Conversam. Expõem ideias. Expõem Pensamentos que são só seus e os defendem. Com arrojo e vontade. São autênticos “guerreiros” de si.

Olham o Firmamento aprazível. Comovem-se com a sua postura e conduta de deslumbre. Olhando, o Alto. Quando passam existe nelas um brilho que as reconhece e faz a diferença. Uma diferencia “respirada” de bondade e franqueza.

Sim! Nos seus corações doces e cristalinos de maravilhosa magia e sensibilidade.

Têm emoções esplendorosas e sensatas. Que “lutam” por elas, em que saem, quase sempre, vencedoras sem prémios.

Existem há muito assim. Quase sempre. “Desenhadas” por serem arrojadas e pertencerem ao Planeta que as faz.

“Estirariam” sempre uma chama que apela e faz cativar, não precisando de apelar por elas. Determinadas e heróis do vencer. De uma panóplia de gente em que se saem sempre bem.

Do que desejam. Do que ambicionam. Da travessia complicada de paz que emana delas. A sua postura é determinada. Mesmo para r´triunfar em todos os lados onde vão.

Estou distante. Estou longe. Da afirmação da sua pureza e ternura.

Apenas “visto” pessoas. Sim! Com simpatia e amabilidade. Apenas para descobrir o mundo. Um Mundo bom e perfeito nos seus gestos e nas suas atitudes.

Como adorava ser assim. Como elas, as pessoas.

Às vezes “visto” Pessoas!

Como é delicioso e comovente. Há alturas, em que gostava de ser como elas, as pessoas.

E, pronto.

“Visto” Pessoas do seu ser lindo e maravilhoso.

E, estarei sempre aqui. Na defesa das pessoas.

Uma defesa atenta e precisa. Constante.



António Pena Gil



Feliz Natal, adoráveis pessoas, sim?

Gosto muito de vós.

Monday, December 04, 2017


Quando sinto um calafrio espinha abaixo

Olho demoradamente o Mundo.

Tento explicá-lo.

Tento compreendê-lo.

Hoje, sonhei demoradamente com o Mundo.



António Pena Gil

Feliz Natal, adoráveis amigos, sim?

Hoje Sou Capaz de “Enfrentar” O Mundo!



As letras. As palavras. A literatura “encarrilada” repleta de metáforas fazem-me feliz. Feliz por ter um significado credível. Que se manifestam quando penso na vida. Vivem de liberdade. Vivem meigamente. Vivem com o vosso carinho. Vivem com a significação maravilhosa que lhe atribuíam.

A adjectivação é como as formigas que seguem o seu curso encarrilados no seu “carreiro” do existir. Que sonho. Que é custoso. Que é difícil. Que constitui um “milagre” consentido e presente.

Sempre senti a vida “agarrada” ao meu pensar.

Como gosto de me encontrar com ela. Faz bem à minha ternura como o faço. Como se apaziguasse em mim.

Há certas atitudes e gestos que se revelam meigamente sem sair do “carreiro” da autenticidade e verdade. São majestosas. Coabitam o “mundo” com aceitação plena e absoluta. Que ajo e transfiro à vida. Imbuído de direito próprio. Em liberdade plena e absoluta. Total.

Como se fossem bem caracterizadas. Como se não saíssem de si e, também eu usufruísse deste meu eu. Que pensa tanto.

Tornam-se felizes e em bem-estar. São sossegadas e existem com sossego. Harmonia. Deleite fabuloso.

Penso que as pessoas “desenham”tudo com ternura e simpatia que agradeço e respeito imenso.

O que escrevo exercita todos os meus sentidos. A inspiração e a expiração. Sim! Apaziguaram-se e brotam paz. Alegria. Felicidade.

O pensamento “voa” e “plana” docemente em mim. Nas pessoas também.

Um dia destes não as alcançarei. Nunca as “apanhei rei” por desejarem estar entrincheirados com terna e doce manifestação de querer. De sentir. De “abraçar” o Planeta lá no alto. Pertencem a Deus. Pertencem à Sua magia linda e de sonho.

As estrelas. Os astros. Os planetas não me abandonarão. Faço tudo para que  “habitem” sem causar danos ou contratempos sumptuosos e explendorosos na plenitude do meu estar convosco. Sim! Como posso. Como me deixam ser. Como estão no meu coração suplicados de nada.

Adoro viver. Uma vida que se justifique e aceite na imensidão e plenitude do que sou. Do que faço. Do que me faz bem.

Nunca deixarei de ser como sou. Estimula a vida e o mundo que vivo. E, adoro esse viver.

Pronto. Que maravilha, a literatura e a sua estrutura. A sua postura. A sua conduta. A sua “construção”  frásica precisa e exacta.

Nunca fiz poesia. Não! Não sei fazer. Não sou um poeta. Sou alguém preocupado e exigente quando “falo” com as “formigas” lindas e majestosas. Sem fim. Sem “descarrilarem” do seu “carreirinho” de deslumbre e fantástico.

Hoje sou capaz de “enfrentar” o Mundo! Com força. Com garra. Com ímpeto. Com sensatez. Com sobriedade amiga.

É tudo.

Está bem assim?

António Pena Gil



Sejam felizes, amigos fascinantes, sim?

Sunday, December 03, 2017