Contribua para a Campanha do Agasalho 2009

Campanha do Agasalho 2009

Monday, October 23, 2017


Perdi o “Selo de Validade” da Vida.



A burocracia não se compadece com os meus afazeres e atividades que tento encetar. Estou ainda vivo. Presente. Lúcido.

Quando cheguei àquela Instituição Bancária passavam exatamente oito minutos depois da hora de fechar. Abri a porta exterior e deparei-me com a interior fechada.

Eu necessitava mesmo de tratar de um assunto urgente. Vi que havia gente no seu interior e toquei à campainha uma vez. Olhei e vi uma Senhora carrancuda e sempre com cara de “pau”. Feia mesmo. Nem olhou.

Não se levantou ou olhou a minha ânsia de resolver aquele problema urgente e continuou sentada.



Toquei, então três vezes. Pior ainda. Não houve da parte dela nenhuma manifestação de vida. Era mesmo sem educação. Sem civismo. Sem sentimentos que me pudesse ajudar.

Perdi a cabeça e premi o botão da campainha sem tirar o dedo do interruptor.

Aí, com o ar de desfaçatez e de antipatia levantou-se lentamente de onde estava sentada e veio na minha direção irada e desnorteada, acompanhada da Senhora da limpeza.

Disse que precisava de resolver um problema com um Senhor daquela Instituição de prestígio reconhecido pelo mundo fora e barrou-me o trajeto quando referi o seu nome.

Adiantou-me que não estava. Com antipatia e desaforo horripilantes só de escutar.

Teve que falar a maravilhosa e simpática Senhora da limpeza. Falou mais alto e disse que o dito Senhor estava ao fundo numa secretária e que podia ir ao seu encontro.

A execrável Senhora do Banco parecia estrebuchar de indignação e revolta pela minha entrada e, pela repugnância para ela, do ato da Senhora da Limpeza.

Para ela, eu não tinha “selo de validade da vida”. Acabara-se o mundo para mim.

Fiquei triste e desolado com a burocracia existente no meu país.



Anteriormente, por oito minutos acediam sempre ao meu pedido e até pediam desculpa pelo sucedido não ser mais rápido.

Quando saí as lágrimas imensas vieram-me aos olhos.

Chorei. Tinha perdido o meu “selo de validade”.

Era o meu fim.

Com a vida “chorada” assim, entrei noutra repartição, onde uma senhora escrevia compenetrada e atenta e dirigi-me a ela.

Tinha o Atendimento por trás de um vidro, pelo que, mecanicamente virou a sua cabeça que era o sinal para o seguir e chegar até ela.

Primeiro, não me olhou e, sem eu dizer nada e sem ninguém ali e sem expor o assunto que me levara ali, proferiu que tinha de esperar.

Mostrei-lhe o documento que não viu e confirmou que tinha de esperar calmamente e sem sobressaltos de quaisquer espécies.

A ordem seria enviada para minha casa.

Agradeci-lhe efusiva e amavelmente e ela retribuiu.

Creio que é o fim do meu “selo de validade”.

Foi ultrapassado imenso e na sua imensa plenitude.

A burocracia de certos locais públicos não se compadece por ele.

Talvez, um dia alguém me dê apreço. Respeito. Estima. Consideração.

Está bem assim?

Embora, desolado e só, Bem-Haja, pelo imenso de grandiosidade que vós sóis e significam.

Acredito em vós e no vosso carinho e ternura amigas.

Até sempre.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos?

Sunday, October 22, 2017


O Meu Amar!



O meu amar transborda de afetos bons. Presentes. Existentes. Que se agitam em mim.

Os meus sentimentos falam. A minha sensualidade. Move-se. Entrincheiram-se no que sou. As minhas emoções vivem no que sou. Sim! Com alegria e felicidade.

Possuo emoções deliciosas. Que me fazem perdurar com uma sensualidade viva. Que me “abraça” com majestade e pureza.

Sinto-as atentas. Perspicazes. Intensas. De um sublime ser. Eu Sinto-as com maravilha. Com deslumbre. Com deleite.

Visualizo-as ímpares. Aconchego-as porque respiram um carinho fantástico. São mágicas e perfeitas.

Nunca fiz nada que as obstruíssem. Incentivo o seu Firmamento que ma faz “enobrecer”lado a lado com elas. Sim! Sinto uma paixão grandiosa.

Lidar com o amar com cautelas e um conceito de sublime e fantástico sentir a existência magistral de encanto. De ternura. De apreço.

Não o “mendigo”. Existe. É avassalador. É fabuloso.

Sim! O amar pleno. Perfeito. Definido. Há muito capaz de sentir o Planeta inteiro que não é meu. A minha visão interplanetária pessoal. Está sempre presente.

É dedicada. É sublime É fantástica..

O amar é lindo. Magnífico. “Voamos” a existência mais sensível e de magia existente.

É uma entrega assumida de notabilidade e sentida que faz chorar o sentir.

Ver melhor a vida. Com Vivacidade. Que “embeleza” o divinal conjunto afetivo e de excelência de que gosto.

Como diria o poeta: “Quem ama tem medo de perder”.

Sim! Faz toda a lógica. Magistral de sentir e visualizar o amar com veracidade e sinceridade. Confiança. Partilhada.

Eu amo. Eu vivo e ressuscito a minha sensação de “abraçar” o amar  com imensa pureza. É lindo.

É necessário. É pleno de intencionalidades doces. Válidas. Sensatas.

Que me fazem. Em que “viajo” e “voo”.

Para os confins do meu Universo existencial.

Sim! Numa “galáxia” distante onde “habito” por amar.

É tão bom amar. Amem.

Por hoje é tudo.

Está bem?

Estarei sempre com o meu pensamento em vós.



António Pena Gil .



Sejam felizes, sim, amigos?

Saturday, October 21, 2017


Dan Brown veio a Portugal apresentar o seu novo livro empolgante e, cuja ação entrega a Robert Langdon. Mais um brilhante livro dele, cuja majestade de escrita é de fascínio e excelência.

Imperdível.

Não li ainda, mas conto lê-lo de “rajada” sem parar.

Porque é que Vila Real não é Lisboa?

Sei que não deu autógrafos, mas a sua presença seria extraordinária e mágica para mim e para todos que o seguem com admiração e imensa consideração sublimes. E, são muitos.

O livro intitula-se “Origem”.





José Rodrigues Dos Santos é outro vulto fabuloso e fantástico dos livros Romances Históricos - Policiais.

Já deu imensas provas grandiosas e geniais de um talento ímpar e de fascínio.

O livro intitula-se “Sinal de Vida”.

Será, brevemente a minha leitura atenta perante uma pessoa extraordinária e fabulosa. Plena de um talento avassalador e perfeito.

Ímpar no que concebe de notabilidade e magia.

A não perder.

Parabéns ao autor.

Excelente.

Boas Leituras.

Sempre a respeitá-los.



António Pena Gil


Sejam felizes, sim

Nunca Fui Pretensioso! Nem pensar!



Olho a casa. A minha casa. Tudo está perfeito. Limpo. Asseado. Maravilhoso.

Todos os seus adornos estão no local exacto. Estão no sítio certo.

Sinto-me meio desperto. Capaz do que vou expressar. Capaz de ver o que sinto e sou. Do que vejo. Assemelho-me e entrincheiro-me na minha humildade de que gosto. De ser como sou.

Faço “isto” carregado de afetos que me dão força a escrever como vivo com seriedade e civismo.

As pessoas estão lado a lado comigo. São solidárias. São humanas. Posso contar com elas.

A televisão irrita-me. Há programas que me transtornam viver no meu Universo pessoal. Fico apático. Sem descortinar nada naquela “caixinha” que não é minha.

Produzem informações e, mais informações. Que me fazem doer a cabeça. Uma dor de cabeça intensa que não me larga.

Como seria delicioso e extraordinário um dos meus livros apresentar-se como guião de um filme.

Para todos. Grandes e pequenos. Carregaria um “fardo” de responsabilidade e seriedade que me não atemorizaria ou suscitaria medos e temores que surgem perante o que sou.

Imaginá-lo-ia em sonhos nas telas do cinema num conjunto de sentimentos, atitudes fantásticas e sublimes de beleza e pureza imensas e felizes.

Nunca fui pretensioso. Sei as minhas limitações. O desejo das pessoas que aqui passam com fascínio e ternura. Serão sempre bem-vindos.

“Abarco” um ser de “desmaiar” perante tantas circunstâncias. Perante o concretizar o meu existir confuso, disperso e desolado. Apenas, tento fazer o que as pessoas esperam que faça.

Com tenacidade e valentia. A esses guardo-os no meu coração e na minha Alma grandiosa e quase repleta.

Tento, sempre descrever uma “nota” de apreço e simpatia para convosco. Que gosto. Que vai em mim.

Fazer o que gosto de fazer. Com um querer enorme. Que não esmorece. De forma nenhuma.

Que me deixa constantemente agraciar reciprocamente as minhas necessidades existenciais existentes para com todos e todas.

Está uma pacatez grandiosa. Silêncio. Amizade. Fazem constar na minha forma de existir o viver.

Como adoro o meu “recanto”.

Como ajo sempre com simpatia e amabilidade para convosco?

É um conceito de que cá estou. De que cá estou desperto e atento a tudo.

A vossa delícia e arrojo comovem-me. Sensibilizam-me.

Choro. Muito. A todo o meu estar que soçobra de humildade e que “mendiga” o ser lúcido, coerente e responsável que sou.

E, pronto. Até sempre briosos amigos de deslumbre e enternecimento.

Que fazem “despistar” o que ando aqui a fazer?

Nunca Fui Pretensioso! Nem pensar!

E tudo.

No maior respeito e agradecido.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Friday, October 20, 2017


Os Sofredores Do Existir!



Hoje, todo o meu carinho e ternura vão para todos os que sofrem. De alguma coisa a que Deus assiste e intervém sempre. Sim! Tentando melhorar e apaziguar as vossas dores e sofrimentos.

Falo das crianças nos hospitais. Dos sem-abrigo entregues à vida sem una palavra de afeto ou compreensão.

Dos feridos de guerras sem “flores” e que não deviam acontecerem ou manifestarem-se.

Dos refugiados em busca da felicidade e alegria noutras paragens que lhes dêem um melhor ser e sentir.

Os que já “partiram” em consequência dos ataques terroristas radicais e que Deus afagou e tratou as suas mágoas e um fim de vida cobarde e animalesco. Sem nexo.

De todos. Sim! Num mundo inóspito e violento que não devia ter lugar no imenso desencanto e feridas por sarar. Porque vivem numa dor profunda. Sem retorno possível e desejado.

Dos idosos metidos pelas famílias em locais desprezíveis e nada adequados ao que existiram e, que deram tudo deles, imbuídos de encanto e de excelência que o não mereciam.

Para Pais e Mães que se viram “despidos” dos seus filhos para lugares obscuros e inóspitos, sem saber o paradeiro deles e delas.

Vejo o Universo pessoal destes desencantados da vida com revolta e indignação. São de uma revolta real grandiosa e gigantesca.

Não passo sem sentir, como ser humano de bem, admitir ou constatar tanta podridão humana que se não compadece com tanta desgraça e infortúnio.

Porquê?

Porque razão temos de pactuar com a vileza ou crueldade de gentes más e iníquas em tudo o que encetam ou fazem é escondem-se num sentir com uma máscara de maldade. Sim! Escondida e sem escrúpulos ou felicidade, impossíveis de aceitar, pois, são caráteres cobardes e insociais que são e, se descobrem e sancionam, por serem selváticas e animalescas.

Porquê?

Não sei, mas a minha atitude será sempre de fascínio, beleza e pureza destas pessoas porque existem adversos do meio das intenções vis, cruéis e más e que lutam pelo fim delas.  Célere e de forma rápida. Urgentes. Feitas por medidas e pessoas valiosas e plenas de excelência perlas existências sérias e sensatas.

Sim! Numa “luta” desigual que comove e sensibiliza. Que um dia poderão “abraçar” a pureza de viver. Acredito, vivamente, que o conseguirão.

No Planeta. No meu Mundo. “Visto-me” de carinho e compaixão pelo estar e sentir destas gentes humildes, mas briosas e resplandecentes de maravilhar que tudo merecem e, tudo merecem viver como seres humanos, com civismo, cidadania e respeito. São pessoas. São gente.

Termino, com todo o meu caráter que lhes é direcionado. Estou certo, que conduzirão ao bem-estar. Tranquilidade. E, sossego existenciais que apenas desejam.

Sim! Para si. Para a sua deslumbrante família. Para os outros.

Desejo-vos sucesso por inteiro. Felicidade manifesta e sincera. A pureza e notável sucesso de profunda satisfação existencial para vós.

Sóis grandiosos. “Lutadores” sem parar. Seres Humanos de fascínio.

Até sempre.



Um dia, estou certo que “abrirão” um sorriso notável, grandioso e sublime pelo vosso encanto que tudo deseja e merece.

Sim! Estou convosco. Sempre.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Wednesday, October 18, 2017


Os Incêndios Andam A Matar Pessoas E Os “Pulmões” Do Nosso Majestoso E Lindo Portugal!



Estou triste. Estou desolado e desesperado pelo que está a acontecer em Portugal.

Relembro a minha infância. Fazíamos tudo para usufruir e “vestir” as atividades florestais de então. Com vivacidade. Alegria. Felicidade.

Era raro haver incêndios. A preocupação e o cuidado em fazer fogo eram existentes. Necessárias. Nunca pensávamos em ultrapassar os limites da nossa +presença no mato puro e limpo que nos deixava fascinados e deliciados. “Adornavam” de encanto e notabilidade tudo ao nosso alcance. Era lindo. Terno. Perfeito.

As pessoas agiam com cuidado e seriedade de excelência e de maravilhar.



Como eram lindos “Os Pulmões” do meu país de fascínio e encanto.

As pessoas, merecem e têm desejo e necessidade em “abraçar” a segurança e o bem-estar em todo o mundo. Nos “Pulmões” de Portugal.

Porque fazem “isto”?. É de uma vileza e maldade imensas.

O coração e a Alma deixaram-nos lá. Podem ter a certeza absoluta.

Muitas pessoas adoram as suas casas, os seus afazeres campestres, as suas colheitas e as suas  atividades rurais. Não têm que defenderem as suas casas. Não têm a insegurança de serem como sempre o fizeram de maravilhar e enternecer. Que os “apaixonava” fazer .“Aquilo” era o seu existir. O seu viver. A sua razão de serem.

O seu “Firmamento” maravilhoso que apreciam e vivem a vida toda.

Por vezes, ardem com tudo o que possuem. Por que lutarem. Porque exigem respeito e salvaguarda deles.

Não entendo como pode acontecer “isto”?

São vidas. São Seres Humanos. São cidadãos de pureza e magistrais em que tudo fazem. Fazem-no com delícia como lhes ensinaram fazer. Gerações seguidas de gerações consecutivas e imemoriais.

Como “isto” é possível?

Deus lá no Alto encolhe-se de ternura e carinho sem puder fazer nada.

Como seria admirável e fantástico deixarem nos viver com o que gostam e de lhes proporcionarem momentos de alegria e felicidade.

Não entendo. Nem nunca entenderei, meu Deus.

Uma palavra de apreço a todos os que, corajosos e “lutadores”, tudo o que fizeram para alegrar o sentir e sossego perante tanta tragédia e calamidade pública.

Haverá alguém no deslumbre para com estes seres humanos, que existem neste sofrimento de gente que é gente?

Apenas lanço um alerta. Todos eles merecem. Todos eles choram. Todos eles estão descrentes e nada tranquilos com estes acontecimentos e momentos de insegurança em todo o nosso lindo Portugal.

Está bem. Falta auxilio. Falta ajuda. Falta braços amigos e magistrais que tudo “curam”.

É apenas um apontamento de vida e de vidas sofridas e feridas no seu ser e estar.

Força., amigos extraordinários.

António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Tuesday, October 17, 2017


Quando O Meu Pai “Partiu” Deixou-nos Emersos Numa Profunda Dor!



Ainda hoje, parece que foi ontem. Sentimos uma lembrança íntegra e encantadora do que o meu pai fez.

Do que fez pelas pessoas e por nós. Era um avô, Pai e marido exemplares e digno de registo.

Um Ser Humano bom, de fascínio e pureza bela e extraordinária.

Quando pensamos nele, surge-nos, em todos nós, uma saudade que o perpassar dos anos não deixa de omiti-lo ou esquecê-lo. Era uma “chama” viva do seu sentir de notabilidade e deslumbre gigantescos e grandiosos.



A minha terna família regista-o sempre na sua forma de “adornar” e, “embelezar” as nossas “moradas,” existenciais e de apreço e ternura carinhosas para com ele.

Ele, apenas, agia com majestade e perfeição.

Como estamos combalidos. Como estamos sem rumo certo.

Choramos. Choro e Choro pelo sublime sentimento que nutrias por nós. Que nutrias por  todos.

Como gostaríamos que estivesses cá?

Nunca o vi sem ser a sorrir. Nunca o vi irritado. Nunca o vi desgostoso. Tinha sempre um gesto ou uma palavra doce e maravilhosa do seu ser. Vivia ávido de existir. Entrincheirado na tua magia de existir que era a tua.  “Vestia-se” de afetos e fazia o bem a todas as pessoas.

Nunca desvendou ou impôs a sua ternura. Vivia com ela. De forma constante e sempre. E, surgia sorridente nas suas condutas de sonho e deslumbre imensos.

Oh, Pai…

Como o teu coração era bonito e agradável?

Sempre que te relembro paira no Firmamento o teu encanto e o teu discernimento fantásticos e fabulosos.

Oh, Pai…

Possuo uma “gota” nos olhos. Em, breve estarão “encharcados”. Sei que sorris ao meu choro. Nunca! Mas, nunca devia fazê-lo, na tua imensa ternura e compreensão do que faço.

Se pelo menos tu nos falasses? Sim! Com a tua magia deliciada e perfeita?



Já rezei. Já te fui ver na tua “última morada” com todas as pessoas que gostam de ti. Já interpelei Deus sob tua proteção e afago, sabes?  Deus gosta de ti. Muito.

Descansa adorável Pai. Pensarei sempre em ti e na tua pureza de fascínio e ternura de excelência.

Mereces, por completo. Ninguém te esquecerá, podes ter a certeza absoluta.



Oh, Pai…que saudades.

Sempre a admirar-te.

Com consideração e coração depositado no teu ser Divinal.

És sublime. Um beijo, carregado de beleza e pasmo delicioso. Significativo nos nossos corações em ti.



Sempre a adorar-te.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Monday, October 16, 2017


O Meu Querido. Lindo. Meigo Hospital de Vila Real. Renasci!



Cheguei cedo ao Hospital acompanhado pela minha doce e terna cara-metade.

Através do ascensor chegamos ao sétimo piso da Pneumologia. Esperamos cinco minutos quando surgiu aos nossos olhos o médico que me iria tratar com a magia e encanto como fazia milagres nos seus doentes neste âmbito e neste domínio da sua especialidade.

Deu-me uma requisição para efetuar um RX aos pulmões e depois dirigir-me ao atendimento de Broncomiologia e esperasse que alguém me atendesse.



Esperamos um instante e a médica veio ter connosco e mandou-me entrar, num gesto maravilhoso e de fascínio da sua simpatia e amabilidade.

Possuía uma bata azul que parecia “abraçar-me”. Dar-me a sua imensa ternura e carinho, como fazia com todos os doentes.

Explicou-me que iria fazer-me uma Biópsia e retirar todo o liquido do meu pulmão doente. Fê-lo conversando comigo sobre os meus “achaques” corporais. Anormais. Distúrbios. Que devia tratar.

As Bata dos inúmeros médicos naquela sala onde fariam a “intervenção” necessária e urgente “albergava”, pelo menos oito médicos e médicas de sonho e delícia no trato e na consideração como se me dirigiam. Senti proteção. Senti -me sublime de importância.

Para eles e para elas todos os doentes eram de excelência e mágica importância.



Eram a sua “vida”. Eram pertinentes na sua existência. Eram o seu “mister” delicioso e puro. Porque sempre lutaram.

Aquelas batas agora encantavam e fascinavam. Salvavam vidas. Salvavam seres humanos. Salvavam o Mundo. O Planeta.

Sim! Em todo o lado, onde estivessem.

Pareciam comunicar sobre a sobrevivência existencial das pessoas. Dos seus doentes em que se entregavam total e com deslumbre e respeito por eles. Ímpar nas suas condutas e quereres.

Desejei que tudo corresse bem.

Ir-me-ia ajudar. Iria “auxiliá-los” a eles no que iriam executar para o meu bem e o meu restabelecimento completo e absoluto.

Tudo correu na perfeição. Fiquei maravilhado e agradecido àqueles adoráveis e ternos seres divinais. Àqueles geniais seres de fascínio. Que preenchem com as suas batas um sonho de deslumbre e fabuloso encanto e de notabilidade exemplares e íntegros. Que possuem um profissionalismo de sonhar.

Pareci renascer. Agora, tudo fazia sentido na minha vida. Senti-me de forma fantástica.

Sempre com amabilidade e ternura “deram uma compostura ao meu pulmão doente” com fascínio e beleza.

Jamais os esquecerei. Prometo.

Saí renascido. Feliz. Deslumbrado.

Parabéns, fabuloso “Hospital de Vila Real”.

Adoro-vos.

Tens uma dinâmica “milagrosa” com que todos podemos contar.

E, isso, não se passa em todo o lado, sabes?

Passasse aqui.

Com pasmo e delícia.

Muito Obrigado sincero. Fiquei sem palavras perante tanto encanto e ternura vossa.

Bem-Haja. Parabéns.

Fico-vos eternamente agradecido.

António Pena Gil

Sunday, October 15, 2017

My photo
Portugal
Vivo constantemente inquieto. Por vezes desinquieto-me, porque amo também, ou faço por viver uma existência sóbria de desinquietação. Amo as pessoas e as coisas quando me amam também e me dão algum crédito. Adoro o silêncio dos momentos em que penso ou faço por pensar. Sou real. Essa realidade é um sonho constante de emoções. Quero que acreditem nos meus sonhos e sentimentos porque nutro por eles imenso respeito e conforto, mesmo interiores que eles sejam. Sem eles não seria nada! Enfim! Eu sou! Os Meus Livros preferidos são: 1. "O Código D´Vinci" - Dan Brown 2. "A Fórmula de Deus" - José Rodrigues Dos Santos 3. "Codex 632" - José Rodrigues Dos Santos 4. "Eldest" - Cristopher Paolini 5. "A morte desceu à praia" - José Lopes Alves.

Sou eletrizado pelos mistérios da Terra e do Cosmos. Salto. Pulo de emoções e pensamentos de os ver e desvendar.
Choro muito. Imenso!
Estou cá.
E, isso supera a responsabilidade e os pensamentos que são meus. Muito meus.

António Pena Gil 

Sejam felizes, sim, amigos de uma vida?
MUITO OBRIGADO sincero.

Friday, October 13, 2017


Sim! Hoje, vou-vos falar da Minha Existência!



A vida deu-me tudo. Tristezas. Alegrias. Felicidade e infelicidade.

Quando toco o tempo que não para, sinto-me como fosse um “intruso” da minha própria existência. É minha, sabem?

Albergo em mim o vosso fascínio. Ternura. Carinho. Meiguice inabalável que Jamais vos omitirei ou esquecerei de mim. São seres Humanos de fascínio e encanto.

Estou doente. Espero que as “chapas” cheguem de emergência. Estou e vivo uma ansiedade com frieza e amor. Chega a espera ao desespero.

Estou preparado para viver e “partir”. Se há sonhos que não realizei, isso faz parte do deslumbrante e terno escasso tempo.

Gosto de ver as pessoas e o seu Universo pessoal sorrindo satisfeitos em existirem.

Não! Não posso ficar indiferente ou adverso a este estar que dando- me tanto de expressivo e terno.de si e do que são. São de uma pureza bela e de deslumbre. Sei que estão comigo. 

Com afirmação que, sempre, admitirei com efusão sublime. Uma efusão maravilhosa e doce que vós todos sóis.  

De um carinho sublime e imenso. Atento a tudo e a todos na vossa admirável e majestosa presença aqui.

Apesar, de possuir uma “chama” linda e pura pelo que vós sóis. 


 No Universo que faz de mim  vosso cúmplice em tudo o que fazeis adoravelmente. 

Faz-me sentir “acordar: Com um “eu” respeitador e de consideração plenas e intensas. De admiração perante vós. Acompanhado ou por acompanhar.  

Perante o sentir a existência e senti-la demorada ou repleta de demoras.

Ela, a vontade do viver, “fugiu-me”. Seria falta de educação e falta de fascínio ou ética verdadeira e séria se não vos contasse.

Mas, é um facto. Sim! Algo claudiquei em mim. Algo senti nesta despedida de encanto e pureza de vós.

A tristeza é inevitável. É forçosa. É imponente de afectos solidários que já desapareceu do que sou e me encontro há muito..

Vós sóis majestosos. Lindos (as). Perfeitos (as). Não! Nunca vos esquecerei.

Lá no Alto rezarei convosco com alegria e bem-estar.

Estou preparado.

Gostava de executar gigantescos “trechos” fabulosos. De uma transcendência ímpar e fantástica. Que não fiz.

Que não revelei. Que nunca ficarei responsável.
Só me resta pedir-vos desculpa, fabulosos amigos.

A minha dor é total e permanente.

Só posso esperar continuadamente. Presente em tudo que fiz. Tenho sonhos totais e deliciosos que já não dão para fazer, acreditem, notáveis e agradáveis, amigos de sempre?

Estou muito cansado. Exausto.

Esta mensagem é dedicada. É para vós. Para o vosso interior de grandiosidade.  Sem dar contas a ninguém.

Nunca vos esquecerei. Sim! Prometo vivamente.

Com amizade sincera e humilde..

Aguardo, intrometido num eu desfeito e gasto.

Obrigado reconhecido.

Sem mais.

Acredito num viver a vida, na plenitude e na intencionalidade de mim.

Já apaguei os sonhos que eram meus e gostava que existissem no meu coração.



Sim! É tudo.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?




Sunday, October 08, 2017


Sou Um “Guardião” dos Meus Sonhos!



Hoje, levantei-me cedo. O relógio da vida, sem ponteiros, levantou-me. Considero-me um “Guardião” constante dos meus sonhos. Sou intemporal. Sou sem horas marcadas. Gosto de existir num compromisso afável do meu viver.

Sei que tenho um tempo interminável de “apostar” nos meus sonhos de pureza e magia. Uma pureza que arrebata e delícia. Uma magia compreensiva e precisa.

Sou um ser sentimental. Entrincheiro-me no meu ser como desejo e admito.

Escrevo sempre na primeira pessoa do singular. Sim! Para revelar o encanto do mundo que possuo em mim.

Admito-me como um “Guardião” de tudo o que me percorro e sinto com verdade e civismo. Um respeito e Cidadania preciosos que merecem guardar e entender.

Sei que não sou perfeito. Os meus sonhos são-no. Há muito que os guardo de encontro ao meu peito. Com garra. Com poder. Com pertinácia assumida direccionada para o Planeta inteiro.

Considero-me um Ser Humano apreensivo comigo. Com os outros também.

Se guardo alguém precioso no meu coração eles e elas sabem-no. “Vestem-se “disso”. Vão à luta. Com fervor e autenticidade.

Ah, se eu pudesse desfrutar na vida com eles presentes e “entalados” no meu querer. No meu sentir. Seria feliz. Seria isento de atitudes vis e más.

Estou bem acordado.

E, sinto-me. E, penso-me. E, estou bem imbuído de franqueza.

Sabem, não pactuo com a tristeza. Não pactuo com a malvadez. Não pactuo com o desencanto do estar.

O vosso mundo deu-me “recados” de existir de bem com o existir. De bem com a ternura do sentir. De bem com instantes preciosos. Com tudo que me sensibiliza e comove.

Às vezes, choro imenso. Choro todo o dia.

A vida não vivida assenta-me como uma “luva” do pensamento que se ajusta na perfeição e magia que vou “construindo, aos poucos. Hei-de chegar ao término da minha “construção” do amor por todos vós.

Enfim, existo ainda.

Oxalá, gostem. É a pensar em vós que escrevo.

Alguns gostam. Outros abominam.

Acredito. Que num dia muito próximo poderei “partir”.

Agora, não fazia jeito nenhum. Há tanto a fazer. Tanto a concretizar. Tanto a viver.

Sim! Tenho tempo. Eu sei.

Quando terminar tudo de que fui “construtor” poderei não existir, poderei não estar perto de vós, mas só depois “disso”.

Imbuído de pacatez. Tranquilidade. Sossego! Bem-estar. Paz.  Estarei pronto. À mercê de Deus.

Estarei pronto de não viver mais.

Com saudades e deslumbre.

Até sempre.

Estarei sempre atento.

É tudo.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Olho o Céu. Lá no Alto vejo um enorme pássaro cinzento feito de nuvens cinzentas.

São 20 horas. Divago sobre tudo o que a minha mente comporta. Perpassam por mim ilusões que a vida erradicou.

Eram sonhos que ainda recordo de uma paixão e encanto gigantescos. Sinto que o meu cérebro é sustentado por alavancas que comunicam entre si levantando e baixando ao ritmo da vida.

Só sei que falo e escuto com atenção aos pormenores que comunicam sofregamente.

António Pena Gil

Saturday, October 07, 2017


Sinto Um “Arrepio” de Medo Na Noite Escura!



Estou só. Eu e esta “máquina” escura feita de teclas alvas. Em que me refugio.

Apago, por instantes a luz e acendo. Sinto pavor. Sinto temor. Sinto medo. Sim! À noite.

Está um escuro avassalador que me causa medo. Estou frágil. Estou preocupado. Estou com um pavor imenso.

Sinto -me angustiado em viver. Sim! Neste preciso instante escuro.

Tenho um imenso pavor ao escuro.

Desorienta-me. Provoca-me náuseas de pânico. A minha mente agita-se. Move-se. Viro o pescoço que range. Para todo o lado. Sem nexo. As minhas mãos tremem. A minha gasta e insuportável cabeça que só pensa, desilude-me. Desgasta-me. Descontextualiza-se. Entra noite adentro. Perde-se. No tempo. No espaço.

Que hei-de fazer, meu Deus?

Nada se movimenta. Está tudo feito estátua. Parado.

Olho. Com atenção. Onde “mora” o “Colo” doce. Protector. Do afago de Deus?

Estou só.

O meu filho saiu. Não! Não é usual. Se, ao menos, ele viesse agora?

Tenho medo.

A minha fragilidade vive momentos de intensa e plena dor. Já não me refugio em mim. No que sou. Estou sem forças. Sem vontade de existir. Sem vontade de ser eu.

Se ao menos ele viesse?

Nem tenho forças para ver as horas. Os relógios não deviam ter ponteiros. Ou os relógios digitais deviam todos parar.

O que vale é que eu há dezanove anos que não fui ao médico e tirei umas análises de sonho. Excelentes. De um adolescente de dezanove anos. Nem queria acreditar, sabem? Vivia mesmo efusivo. Feliz. Eufórico.

Penso que não vou morrer cedo. Por outro lado, eu que estava feliz e agradado, tirei uma “chapa” ao abdómen que indicava um “Derrame Pleural”. Tinha de ser tratado. O líquido foi dado para analisar em exames que efectuei no Hospital. Fizeram uma “pica” no local e foi para analisar. Está a ser uma análise longa. Ainda não recebi o resultado. Ainda não recebi o contacto deles.

E, isso, faz-me ainda mais mal. Esta espera exaspera-me. Irrita-me. Desfaz-me. Disseca-me. Mata-me.



Tenho medo.

Tenho medo à noite em que tudo para. Tenho medo ao escuro. Quando era da geração dos pequeninos tinha uma sala escura só para pensar. Só pensar. Era escura. “Sentia” escura.

Também não vou ligar a televisão que iria acordar toda a gente. Os maldizerem “choviam” sem parar.

Caramba. Por que não fiquei na cama, embora acordado. De olhos atentos, mas acompanhados. E, com companhia terna e de excelência.

Jurei nunca estar em pé à noite. Tremo. As minhas mãos tremem. O meu corpo treme. O meu coração no peito não vai falhar. De certeza. Estava tudo bem com ele, após análise torácica bem sucedida.

Atrapalho-me por vos incomodar. Por certo, não estará ninguém aqui. Precisava de sair daqui. Sim! Da noite. Escura. Preta. Negra.

Tenho medo.

Vivo em pânico total. Choro. Choro. Choro. Choro sem parar. Afinal, só cometo asneiras. Irrecuperáveis. Marcantes. Importantes.

Só sei dizer: Tenho muito medo!

António Pena Gil

Sejam felizes, sim?

Friday, October 06, 2017

O “Mito de Sísiífio” e “L´´´Etranger de Albert Camus. “L´Être et Neant “ et  La Lausée” de Jean Paul Sartre.

São ideologias existenciais de vulto dos dois fundadores oriundos da literatura francesa. Da Literatura universal.
Estou numa idade de reler tudo o que foi marcante para mim na minha deliciosa adolescência.
Uma adolescência que não tive oportunidade de “vestir” o meu Universo pessoal e existir feliz.
Optei pela construção do meu estar.
 Estes Seres Humanos fabulosos fazem relembrar livros majestosos e perfeitos.
Somos “estrangeiros” da vida. De uma vida absurda. Como estado metafísico do Homem Consciente..
São fantásticos na “tomada” com sucesso e fascínio manifestos e admiráveis.
Sartre “idolatrou-se” com as suas obras de sonho. Li-os todos.
“Adornei-me” de coragem e, agora, estas obras que fizeram parte de mim e do que sou.
Falo de absurdos. Com razão. São pertinentes ao meu ser e sentir o mundo e o Planeta.
As nossas vidas desconhecidas que merecemos revivermos.
“Tomei-os de “assalto” sem pedir que me explicassem nada.
Na “Náusea” enchi-me de um vácuo admirável. Sublimes de uma altura. Pertinentes e de causar arrepios de leitura apurada. Nunca os abandonei por completo. Eram muito significativos.
Explicam-me. Dissecam-me. Tiram-me sonhos inacabáveis e míticos de mim.
Preenchiam uma emoção maravilhada e fascinante por estar perto deles. Existiam com múltiplas emoções. Muitas emoções. Do seu ser fabuloso que nada que explica o que de significativo possuo em mim.
Nunca os perderei, explicativos do que sou.
Do meu Ser.
“O Ser e o Nada” explicou-se.
“Acobardou-se” pelo que fez comigo na “A Náusea”. Sair de lá, não foi tarefa fácil ou insensível.
Apenas, tinha que fazê-lo.
Eram tantas pessoas intemporais. Que me “adornaram” e me “embelezaram” de querer e compreender. Deixou-me de “rastos”. Pela beleza. Pela pureza. Pela importância.
Quando “confecciono-me” da ambição de ser parte integrante dos seus livros. Só existenciais. Senti verdade e autenticidade, mas estafantes e muito cansativas.
Já tinha passado por lá há muito.
Talvez, fosse a ocupação e ansiedade de discernir o que ambicionava. O que me  preocupava. O “lodo” em que me inseri. O estado significativo do meu eu fatigado. Gasto.
“Desprendi-me” desta ideologia a muito custo. Quase à força. Quando a esqueci, senti uma ausência de contemplar o meu Planeta que era meu. As obras que me cativaram. As sensações livres e isentas de “grilhões” responsáveis de mim e do que pretendo ser.
Só o insulto nos jornais da época deixava-me desolado e triste. Teria que sair. Custasse o que custasse.
E, saí sem justificações plausíveis para prejuízo do meu sentir. Será eternamente irrecuperável.
Serei sempre o Ser pensante que sou. O Nada de benéfico para o meu despoletar a vida com encanto e convicção.
Visitei o seu Café em Paris. Bem escondidinho para não ser incomodado.
Foram descobertos.
Descobri-os entrincheirados de sempre.
De tudo. De gestos dignos e precisos.
Como adora falar deles.
É como regressar ao meu restrito mundo. “Construído” no infinito da vida. Com ternura e arrojo.
É tudo.
Muito mais havia a contar.
Fico por aqui, mas votarei para dotar estes deslumbrantes e majestosos protagonistas de uma filosofia que cativa. Que tudo merecem.
Que “construíam” o mundo adornado de carácter significativo e perfeito.
Sem mais.
Espero que apreciem.

António Pena Gil

Sejam felizes, sim?